Te amo,
sim, te amo,
te amo
agora,
te amo
sempre,
será que não
notou que te amo,
olhe em meus
olhos,
eles dizem a
verdade,
se você
notar diga-me com sinceridade.
O tempo
passa,
e você
distante está,
a saudade
consome meu viver,
saudade do
seu olhar ao longe para mim,
saudades do
seu rosto ao sol sem fim,
saudades de
nossas tristezas,
saudades de
nossas alegrias,
saudades de
nossas lágrimas,
saudades de
nosso amor,
saudade de
nossas vidas.
Em minha
lembrança tudo isso retorna,
lembro de
cada detalhe desse momento,
e paro para
refletir,
imaginando
sua boca na minha,
seus olhos
nos meus,
sua vida na
minha,
mesmo na
despedida,
continuo a
refletir,
continuo a
sonhar,
continuo a
te amar.
Chorar?
Talvez não
consiga,
sim, talvez
não mais.
Pois quando
em minha frente te vejo,
só consigo
mesmo é sorrir,
esqueço
todos os caminhos tortuosos,
todas as
tristezas amargas,
todo caminho
sem luz.
Será que se
disser te amo,
você me
entenderia?
Talvez não
mais,
ou talvez
apenas fingisse que não,
pois não
desejava me compreender,
não tentou
ao menos,
dos meus
olhos você fugia,
do meu amor
se escondia,
não sei por
que,
não sei pra
quê.
Hoje longe
um do outro estamos,
e saudades
ainda sinto no peito,
talvez você
nem entenda que nos amamos,
sei que pode
ser pela minha falta de jeito,
mas mesmo na
noite que juntos sonhamos,
um sonho
lindo de amor quase perfeito,
verá que
mesmo em silêncio continuo gritando,
deitado
entristecido em um frio leito,
que por mais
que não acredite em mim, em minha vida inteira eu te amo.
Carlos
Oliveira






