Meu filho,
meu sonho.
Sonhei sempre contigo,
te chamei de amigo.
E alguns anos de castigo,
agora tudo passou,
você chegou,
chorou,
festejou,
é dezembro,
mês de festa,
você é a festa,
você é a luz,
a luz do futuro,
futuro de um pai,
um pai que te ama,
um pai que te chama,
te chama de amor,
amor que trago no peito,
amor sem defeito,
amor de paixão,
amor de um pai,
pai de coração.
Você nasceu,
e um sonho virou realidade,
você é de verdade,
uma verdade que quero gritar,
para que todos possam nesse instante ouvir,
e comigo possam sonhar,
o sonho mais belo que Jesus escreveu,
grito,
com todo amor e orgulho no peito,
que em um dia de outrora,
grito,
grito que meu filho nasceu!
Carlos Oliveira
(Esse poema foi escrito no dia 11/12/1995, em homenagem ao nascimento de meu filho Cristyann Fillyp)








